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sábado, 20 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

Foi como ser feliz de novo

Como poderia não ser amor, se ouvir tua voz do outro lado da linha sempre me bastou para abrir o sorriso? Não sei se você tem a mesma impressão que eu acerca disso, mesmo bagunçado e imperfeito, fazer todo o sentido do mundo, mas a verdade é que eu nunca consegui, tampouco conseguiria, caber na vida de ninguém como eu coube na tua. Por mais que você seja errado, você é todo amor. Todo meu amor. Meu, amor. Por mais que eu grite pro mundo que te odeio e quero você longe de mim e não quero nunca mais olhar na tua cara, dois minutos depois tudo que eu anseio é por cair dentro do teu abraço mais uma vez. É ter você pra segurar minha mão no meio de um filme de terror, mesmo sabendo que quem tem medo é você, não eu. Porque você me protege só de tá ali, do meu lado. Porque você implica, discorda, teima e ainda assim é tudo o que eu preciso. E que depois que você apareceu eu mudei tanto que nem me reconheço, já que foi tu que trouxeste a parte mais bonita, sensível e - até então - inédita que eu tenho à tona. E tudo que diz respeito a nós me é sincero e intenso: do riso à lágrima, da cumplicidade à saudade. Do querer você por perto. Aquele mesmo, de sempre. Do jeito que eu te falei uma vez, duas, dezenove: da nossa sina de precisar estar longe pra notar que se quer por perto. E quero, como quis. Não só por querer, mas por saber  que você é o único capaz de dar cor aos meus dias. 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Fica?

Fica por aqui
Vem cuidar de mim
Vamos ver um filme, ter dois filhos
Ir ao parque
Discutir Caetano
Planejar bobagens
E morrer de rir.
Fica bem aí
Que essa luz comprida
Ficou tão bonita
Em você daqui.