"Chove lá fora
Qual chuva dentro do meu coração
Sinto a tristeza caindo, em pingos de dor.
Solidão.
É ruim ter tanto amor, sendo só
Que o sol não ousa nem chegar
E só Deus pode me consolar dessa dor
Ah! como você foi ruim.
Nem meu pranto fez você ficar
Nem a chuva fez você voltar."
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Como transformar lágrima em canção
"Ora, quem aqui não sabe o que é se sentir sozinho?"
Não sei se pela brisa com cheiro de chuva, por estar de volta à casa dos meus pais ou pela trilha sonora, hoje me bateu uma nostalgia tão forte. Como se eu pudesse voltar três ou quatro anos atrás só de fechar os olhos. E eu fecho, e eu sorrio. Não foram tempos fáceis aqueles, talvez não possa olhar pra trás e dizer que foram bons tempos, embora meu lado masoquista implore para recordar cada mínimo detalhe daquele período cinza. Ainda posso sentir o gosto de vodka barata na boca, na boca que dizia palavras tão desconexas, cheias de emoção e de dor. A boca de agora, a mesma que só cala. O período de agora não é tão diferente, se eu colocar tudo numa balança. Dói do mesmo jeito, como sempre doeu. Chego a pensar, inclusive, que é esse meu destino: passar a vida inteira deixando a vida passar por mim e deixando isso me atingir de uma forma doentia. Mas é engraçado como algumas coisas conseguem marcar a gente. Não sei se foram as pessoas, se foram as músicas de Zeca Baleiro embalando tantos porres e choros e risos e abraços e beijos e mordidas e nostalgia dos tempos que passaram e que agora eu não queria que voltassem, porque agora eu queria que outros tempos voltassem e talvez um dia eu queira que o de agora volte e eu nunca esteja satisfeita com o presente, nem com o passado, nem espere nada do futuro. Talvez nem haja um futuro. É tudo incerto. Menos eu. Eu não. Eu sou certa, eu só me conservo, infelizmente, sem mudanças. Nada de mudanças significativas, nada de impacto ou relevância. Eles não estão mais aqui, minha amiga que me abraçava e dizia que tudo ia ficar bem, agora abraça a própria barriga, o bebê que nascerá daqui a vinte dias, o seu filho, que tantas vezes ela vai se ver obrigada a dizer que tudo irá ficar bem, por mais que não fique, tal qual me dizia que ficaria e que nunca ficou. O meu amigo, o que bebia doses puras de vodka e dividia o mesmo cigarro comigo, agora está longe demais daqui, bebendo doses puras de qualquer outra bebida e dividindo algum cigarro com outras pessoas. E eu fiquei só. Ou nem tão só assim, ainda restou a última de nós comigo. Eu e ela nos entendemos, mas sempre fomos as mais frágeis, as mais tristes. Talvez não as mais tristes, mas as que menos sabiam lidar com a tristeza. As inconformadas. As reclamonas. As que a vodka não conseguia aniquilar a dor, só acentuar. Restaram as recordações. Restou a certeza de um passado sombrio e bonito. Com amor. Meu, dela, deles. Por mais que o destino os tenha separado da gente. Ainda sorrio quando pego o telefone e posso ouvir suas vozes do outro lado. Como se voltar no tempo fosse uma questão só de mexer nos ponteiros do relógio, ou de por um outro calendário na parede. Nós quatro ainda nos entendemos bem, o tempo foi quem não entendeu a nossa necessidade de se ter por perto. Dói não ter por perto. E dói também, que quando a gente se tem por perto, não dá pra falar das mazelas da vida com aquele tom de cotidiano, há todo um resumo a se fazer, há meses de palavras presas, há palavras que se perdem nos meses e esquecem de sair. Há palavras que às vezes nem se perdem, mas são tímidas, não têm mais aquela audácia de outrora. É bonito, de qualquer forma. É saudável os ter. Eu sinto falta. Eu sinto um pedacinho de mim arrancado, ou melhor, sem hipérboles, um grande pedaço de mim arrancado, que ficou naquele passado triste. Boa parte veio comigo. Veio me abraça. E me faz lembrar de como eu sempre fui e sou só. De como eu gosto de ser assim. Do quanto isso sempre me atrapalhou e atrapalha. No fim das contas, eu só continuo sendo a reclamona. No fim das contas, meu mundo continua cinza e bagunçado. Nunca consegui ordenar minhas desordens interiores. Nunca consegui compreender a razão de me sentir e de ser desse jeito. No fim das contas, eu sou ainda a menina que ficava bêbada para fugir da realidade e para tentar preencher o vazio que o destino impusera. Mesmo em outra cidade, mesmo com a liberdade que eu achava que me faltava, mesmo sem ninguém pra me ditar ordens ou sem os ares negativos que tanto me perturbavam, eu sou a mesma. Ainda cheia de calos, ainda transbordante de dor. Talvez um pouco mais pervertida, com uns anos a mais nas costas, uns quilos a menos no corpo, um bocado mais malvada. E que agora, como antes, só precisa de força. Pra lidar, além de tudo, com a saudade dos meus anos passados. Pra lidar, acima de qualquer coisa, com a saudade de vocês.
quarta-feira, 30 de março de 2011
qualquer beijo de novela me faz chorar
"Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!"
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!"
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Como é sujo ser alguém
A dor não é curada pelas lástimas, como diziam os titãs naquela música que eu escutei tantas vezes num disco velho e sem cor que achei sobre a mesinha de cabeceira.E a dor também não curou esses cortes, pelo contrário. Minhas feridas são abertas e se tornam cada vez mais profundas. Essa minha mania horrível de achar que tudo já é tão ruim que não possa ser piorado me decepciona tão intensamente. Não posso ao menos afirmar que não me entendo mais, ou que não me conheço mais, se nunca me conheci ou me entendi de verdade. Talvez eu me conheça e entenda e isso me assuste ou deprima tanto que eu prefira me enganar que nada sei sobre mim. Mas machuca tanto, tanto. Um arrependimento, uma insegurança. Mulheres fortes também choram. Isso eu sei. Isso é certo. Não adianta discutir.
Queria opiniões mais bem embasadas e fundamentadas que estas ridículas que carrego aqui dentro. Queria parar de acreditar nas coisas, mas quando se está desesperado tudo vira amuleto ou motivo de fé. Mas se a fé me falta? Não só ela, tanto me falta. Como costumo dizer: tenho tudo e nada tenho. O pior de tudo é isso, essa certeza que tenho tudo ao passo que não tenho nada. Eu não consigo ser feliz, eu não me deixo ser feliz. Uma das coisas que mais tenho medo na vida é de ser feliz. Não digo na morte, pois a morte não me assusta: convida. Um convite singelo, claro e óbvio mas que tenho recusado e não sei o porquê. Pode ser que fosse mais simples, não sei. Sei tão pouco. Melhor calar.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Quem está no fogo está para se queimar, então para que chorar?
Mas eu não estava no fogo e talvez seja por isso que isso aqui dentro dói tanto. Tanto e tão intensamente, que me faz chorar. Essas lágrimas que têm saído como a correnteza forte de um rio ardem quando escoam pelo meu rosto. Um ardor estranho, que eu não sei se vem de dentro ou de fora. Que não consigo discernir se é da acidez da sua composição ou a da acidez dos meus sentimentos e de tudo que pulsa aqui dentro. Eu tento aceitar, esquecer, seguir adiante sem que nada banal faça com que eu fique abatida... Não adianta. Como se minhas vontades já nem importassem mais ou eu nem tivesse vontades. Então vem de novo aquele soco, que me derruba no chão e me faz passar horas abraçada com as minhas pernas, no intuito de amenizar a dor. E você sabe que quando a gente cai, e as pessoas que nós tentamos mostrar o tempo inteiro o quão capazes somos de caminhar sozinhos nos vêem cair, é quando aquilo mais machuca. Quando não conseguimos mais agüentar e desabamos no choro, ficamos à mercê da opinião alheia e nos sentimos como verdadeiros lixos humanos. Que se vê que depois daquilo, a única saída é tentar recomeçar. Recomeçar é tão difícil para pessoas como eu. Gente que não tinha outro intuito na vida a não ser mostrar que era capaz de caminhar a alguns e cai. Um recomeço exige de mim bem mais do que eu posso oferecer. Mas eu tento. Por mais que eu quebre a cara outra vez. Por mais que eu saiba que não dá para ir adiante, que ainda não me recuperei do soco, nem da queda, eu tento.
Não. Essa tentativa eu não faço por mim, mas por eles. Eu quero que eles ainda se orgulhem de mim, quando eu andar lindamente e todos me aplaudirem. Contudo, eu só tenho levado sucessivos socos e quedas, incontáveis, os envergonhando. Envergonhando aqueles que acreditaram e depositaram todas as suas fichas em mim. Eu tento, tento todos os dias acertar de algum modo, só que isso foge das minhas mãos, cai feito areia entre os meus dedos e eu não consigo apanhar, deixar tudo lá de novo. Sou incompetente. Triste admitir. Contudo, eu sou incompetente. Desconfio seriamente que essa seja a minha função no mundo: decepcionar os que amo e fazer com que os outros tenham alguma palhaça para os fazerem rir. E esse texto, que mais deveria ser uma carta e não narra nenhuma novidade, não passa de um pedido desesperado de perdão. Perdão por eu sempre conseguir, de um jeito ou de outro, decepcionar vocês dois, que no fundo são as únicas duas pessoas que importam para mim. Desculpem-me também por eu ser covarde e não dizer-lhes isso cara à cara, é que foge do meu domínio, eu não sei bem o que é. Eu queria muito. Eu quero muito fazer com que vocês se orgulhem de mim. Que vocês sintam-se bem e felizes por poderem olhar para o que eu sou hoje e ver que foram vocês que construíram isso. Mas vocês não podem. Por mais que digam que sim, não é segredo para ninguém que não. Tudo que eu me tornei foi uma menina problemática, paranóica e que consegue fazer tudo que está certo, se tornar errado, criar tempestades em copo de água e passar dias chorando escondida no banheiro por não ser a filha que vocês pediram a Deus. A culpa não é de vocês. É algo intrínseco à minha pessoa. E de acordo com o andar da carruagem, eu queria que vocês desistissem de mim. Que vissem que eu nunca vou ser a pessoa que eu queria ser, que vocês queriam que eu fosse. Que eu não sei ser carinhosa, amorosa, afável, porque eu não sou isso. Eu não vou conseguir nunca ser a mais bem sucedida ou a pessoa com quem vocês podem contar, porque ultrapassa os meus limites ter competência para tal. Eu daria minha vida pra ser a menininha que vocês idealizaram. Eu daria tudo o que sou, o pouco que sou, para ter a certeza que ao menos por um dia vocês foram dormir de consciência tranqüila e com a sensação de dever cumprido por me verem passar no corredor, apenas. Minhas tentativas mais sinceras e frustradas. Meu amor mais sincero e retribuído. E mais uma vez, perdoem-me por eu ser essa menina suja, eu juro que não foi opcional.
domingo, 7 de março de 2010
Versos Perdidos
As frases não são minhas, mas as verdades são nossas. Na língua da poesia, vim escrever para você. Murmurando na chuva, como um refrão, a falta que você me faz. Só eu vejo o mundo com meus olhos e tudo que meus olhos podem ver é que eu fico completamente perdida sem você aqui.
Aquele filme não sai da minha cabeça. Como pode “eu” sem “você”? Não dá, não. No escuro de um poema qualquer ganido é bom pretexto e meu pretexto é convincente. Você faz falta. Posso perder minha mulher, minha mãe, mas não o meu rock’n roll. E você é meu rock’n roll. Puro, puro rock’n roll.
Solidão não cura com aspirina. A minha saudade ainda vai bater no teto, até um canalha precisa de afeto! Tanto amor em mim, em ti nem tanto. O sangue escorre na mesma ferida. E tudo isso pra não permitir que eu esqueça de você, como se fosse possível. Mas sempre que eu te via assim... lembra? Minha velha alma ainda cria alma nova. Como que eu fui meter a minha pobre alma nessa história?
Agora eu derramo sobre a cidade a minha dor, tal como o céu negro. Mas é que eu gosto de você com uma força bruta, não entendo bem. Gosto quase tanto como de mim. E agora a solidão é meu cigarro.
Não sei aonde você está agora... Arari, Nova Iorque... Mas, por onde você for, quero que leve um pouco de mim. De você eu levo uma quantidade tão grande e forte que nem todas as baladas do asfalto e outros blues seriam capazes de explicar. Escrevi teu nome no azul do firmamento, agora não tem como tirar você de mim. Faço sala pro tempo, esperando você voltar.
Essa noite não tem lua, eu vi com meus olhos. E I’m so alone, baby, tenho tanto tempo pra observar isso sozinha agora. Mas você me deve uma visita a Babylon e eu sempre cobro os nossos combinados, você é prova disso, hein? I’m alive like a rolling Stone, vamos pra Babylon!
Eu vivo triste, tristinha, mais sem graça que a top model magrela na passarela, mas é só ver você que isso tudo muda. Então pra que chorar? Tenho um canto, um velho endereço, vem me visitar. Com meus três pobres acordes, meu bem, acorde! Venha ver meu show.
Qual é a parte da tua estrada no meu caminho? Espero que seja a mais demorada e que você me acompanhe durante o percurso. Mas se tudo passa como se explica o amor que fica nessa parada? Você vai comigo aonde eu for. Fica bem, mas fica só comigo. Fiquei no osso, moço! Melhor que não se afaste, traste. Mesmo você sendo uma víbora e eu uma serpente, nos entendemos bem.
Você se foi, você partiu e partiu meu coração. Mas eu perdôo tudo se você voltar. Me promete que volta? Than there is a pair of us? Você me ensinou indiretamente como era público e sujo ser alguém. Devo tanto, tanto a você. Tu não tens noção do teu valor pra mim. Eu tocaria um samba de uma janota só por você. A sua beleza é bem maior do que qualquer beleza de qualquer salão. Então, meu amor, meu bem, me ame! Me leve de ultraleve de avião. Ando tão a flor da pele, se eu já era chorona antes, imagina agora. Metade da minha força foi embora com você...
Você é mau, maluco, malino, malandro. Me deixou aqui sozinha. Mas eu vou esperar você e quando voltar vai ser tudo a mesma coisa. Te espero até que marte nos separe. Porque nem todas as canções do Zeca embalariam nosso amor na intensidade devida.
(Quando você ler isso, se você chegar a ler isso, saberá que é pra você. Volta logo, baby. Não exagerei quando disse que estou morrendo de saudade e que tá difícil sem você. Tem um espação vago aqui e esse espaço é o seu. A gente ainda vai pra um show do Zeca junto e vai ser tudo lindo e maravilhoso, ok? Ahahaha... Não me troque por suas novas amiguinhas, sou ciumenta. E lembre sempre que eu vou estar aqui, até que marte nos separe. Beijo da serpente!)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Baby, I'm so alone
- Eu sempre quis falar com você sobre isso, nunca pude. Nunca pude tanta coisa, tanta. É uma coisa tão ruim aqui dentro, tão presa. Grita tanto em silêncio, tão difícil, tão complexa. Eu não sei se posso, se devo. Continuar é um verbo tão difícil, to continue, to try. Try again. Again and again and again. Only me against the world. Por que, baby? Eu falei pra você não soltar da minha mão, tá faltando você, tá faltando tanta coisa. Tem demais e não tem nada. Tenho demais e não tenho nada. Tenho tão pouco e não tenho nada. Nada. Nothing. Anything. Nobody. Queria correr, gritar, esquecer, falar, rir, chorar. Mas não posso. Não quero. Quero e não quero. Quero e não posso. Quero e não devo. Devo poder. Não sei. Tá difícil, amor. Tem um futuro inteiro me esperando, mas eu não tenho futuro. Eu nunca tive, eu nunca prestei. Eu sempre tentei. E tentei, tentei, tentei. Again and again and again, again... Um sorriso. Uma lágrima. Uma vontade que aperta, machuca e afaga, que não se explica, se sente e não se sente. Me sinto mal, tão mal. Tão cansada. I can’t stand anymore, no more. How can I resist, hunny? Vou parar com esse mania de “poliglotagem” que você sempre odiou. Mas, oh my gosh. WHAT CAN I DO? WHAT FUCK CAN I DO? Nada. Eu não posso nada, eu não sei nada, eu não sou nada. Depois eu te explico direito, não sei mais do que estou falando. Vous ne pouvez pas le prendre, Cher. Não dá, não dá. Eu queria, juro que queria. Eu queria amar viver. Eu tentei, amor. Eu tentei. Sweet dreams, sweet heart. I will be with you. I promisse.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Comigo
"Quando o sol se vai, a lua amarela
Fica colada no céu, cheio de estrela
Se essa lua fosse minha
Ninguém chegava perto dela
A não ser eu e você
Ah, eu pagava prá ver
Nós dois no cavalo de ogum
Nós juntos parecendo um.
Na lua, na rua, na nasa, em casa
Brasa da boca de um dragão...
Fica colada no céu, cheio de estrela
Se essa lua fosse minha
Ninguém chegava perto dela
A não ser eu e você
Ah, eu pagava prá ver
Nós dois no cavalo de ogum
Nós juntos parecendo um.
Na lua, na rua, na nasa, em casa
Brasa da boca de um dragão...
Você vai comigo aonde eu for
Você vai bem, se vem comigo
Serei teu amigo e teu bem
Fica bem, mas fica só comigo.
Você vai bem, se vem comigo
Serei teu amigo e teu bem
Fica bem, mas fica só comigo.
Quando o sol se vai a lua amarela
Fica colada no céu, cheio de estrela
Se essa lua fosse minha
Ninguém chegava perto dela
A não ser eu e você
Ah, eu pagava prá ver
Nós dois no cavalo de ogum
Nós juntos parecendo um...
Fica colada no céu, cheio de estrela
Se essa lua fosse minha
Ninguém chegava perto dela
A não ser eu e você
Ah, eu pagava prá ver
Nós dois no cavalo de ogum
Nós juntos parecendo um...
Na lua, na rua, na nasa, em casa
Brasa da boca de um dragão."
Brasa da boca de um dragão."
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Só porque eu acordei com vontade de dar um abraço bem apertado em Joseph. E quando liguei o som com essa música, não me veio outra pessoa em mente.
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