domingo, 24 de outubro de 2010

Clichê é vida.

Porque falar sobre si mesmo, além de idiota, virou clichê. De qualquer modo, consta abaixo as considerações prévias sobre uma menina que não foge da definição que eu dei para falar sobre si próprio. Há. Até mais.
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Uma das pessoas mais esquisitas que eu conheço. Durmo às cinco da manhã e acordo ao meio dia, estudo durante a tarde, assisto aula à noite e passo a madrugada ocupando a cabeça com qualquer besteira. Tenho um senso de humor mais estranho que os meus horários: quanto mais triste eu estiver, mais eu vou sorrir, e quanto mais feliz eu estiver, mais eu vou chorar. Falando em chorar, é algo que eu só faço por coisas banais, não costumo derramar lágrimas por nada sério. Minha conceituação do que é sério também é singular. Mas deixa isso de lado. Meu comportamento? Eu tenho semi-fobia social, ou algo do gênero. Tenho muita dificuldade em falar onde há muita gente me ouvindo e fico vermelha muito fácil. Contudo, faço de tudo para parecer o menos tímida possível, e uso de pequenos comentários nesses casos, só para não ficar calada mesmo. Quando já há um contato maior entre eu e os demais, eu não calo um minuto, tiro o desconto de tudo que deixo de falar em outras ocasiões, fato. Sou desastrada e não tenho coordenação corporal. Isso basta. Gosto de ler, ver filmes, criticar e me juntar com amigos para conversar dos assuntos mais banais aos mais interessantes. Sou completamente apaixonada por música. Acho a cultura da minha região riquíssima e que vale muito a pena ser explorada e/ou analisada. Ah, como uma boa virginiana, eu sempre analiso tudo. Geralmente sou uma pessoa bem controlada, paciente e bem-humorada. Nunca abuse disso, tenho também um lado meio bipolar e posso ser um estresse de vez em quando. Take it easy, não costumo descontar meus estresses nos outros. Não demonstro sentimentos com facilidade e uma amiga costuma dizer que no lugar de um coração eu tenho uma gramática, não duvido que ela esteja certa. No mais, um dia eu mudo... 

Afeto.

"É que você é menina e uma mulher ao mesmo tempo. É uma mistura saudável, muito bonita de se ver. Talvez meio frívola, mas sem ser. Meio infantil, mas super madura. Acho que existem duas Vanessas que coexistem muito bem. Uma é a adolescente como todas outras. Outra é a madura, que nasceu da Vanessa problemática, cheia de dúvidas e nóias. E essa junção te torna totalmente singular, em outras palavras, encantadora."


Dando continuidade às postagens de todas as coisas bonitinhas que eu já recebi. Essa é de 2007 e eu fico impressionada como cabe bem até hoje.


No mais, bom fim de domingo. 

e eu assim tão só, eu preciso aprender a ser só.

sábado, 23 de outubro de 2010

Outro lado.

"Sabe, nem sei se cabe. Eu não sou muito de prender, guardar pra mim. É que eu tava aqui pensando e agora meio que entendo a gente ( como me atrevo a dizer), você é cinema, eu sou vida real, mero espectador, sabe? admirador de tanta arte, esculpida ou guardada. E fica difícil acreditar que eu posso fazer esse roteiro, que já é meio construído, e a personagem tem vida própria... E fico de canto, criando as cenas, cortando algumas (da mente), e admirando a personagem que já tem a vida e a personalidade que eu queria dar, no que ela ouve, escreve, fala e vê. E o fim da história é sempre um, eu daqui fingindo ser grande e caindo em toda besteira de pensamento de menino diante de uma mulher!"



Obrigada, eu amei. :)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Solidão a dois.

Ele trouxe flores para Amélia,
Girassóis.
Ela só viu um plural naquilo:
Giram-sós.